sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Vou falar o quê?
















Boa pergunta!

Há tanto a ser dito, mas ao mesmo tempo, nada que modificará as estruturas do universo. Posso falar mal da minha van, posso falar de TPM ((de novo)), de como tenho preguiça das pessoas às vezes ((quase sempre)), posso falar da minha primeira re-escrita ((a primeira vez a gente nunca esquece)), posso falar de dor de cotovelo, posso falar de amizade, música, amor. Posso falar ((e vou)) sobre o show do Faith No More, dos problemas no trabalho, de como me diverti na Festa a Fantasia deste ano, de inúmeras coisas. Mas tem um detalhe, agora não quero falar de nada disso. Por que? Porque não acho necessário, porque sei lá, porque não quero!


Quero falar outra coisa. Mas essa coisa nem eu sei o que é... É um misto de insatisfação ((novidade!)), inquietação, expectativas, medo, coragem, revolta, calmaria. É tudo isso junto e mais alguma coisa. Sinto uma tensão prestes a explodir, implodir. Algo se movimenta dentro de mim e não sei o que é. Suspeito que seja uma criatura, entidade que criei em meu âmago. Essa criatura é o acúmulo de tudo de extremamente novo que vivi nesse ano somado a proximidade do fim dele que parece trazer coisas mais novas ainda, um... sei-lá-o-que!

Acho que para nominar isso, seria preciso inventar uma palavra nova tipo: superincrívelsacalmentenovoerepetidamenteinsuportávelódiodegenteamizadeépraissomesmofoda-sevocêprazeremconhecerqueroserfelizumdiasómefodonessavidaachoquejápossodizerquejávidetudo.

BJu!

Epic