quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Ainda gosto...


Na vida da gente, as escolhas e o tempo ((ou a falta dele)) fazem com que nos afastemos de coisas as quais gostamos. Mas que fique claro, só porque não fazemos mais, não quer dizer que não gostamos mais. ;)

Eu, por exemplo, ainda gosto:

  • De andar à toa por aí,
  • De comprar roupas em promoção,
  • De tomar sorvete expresso,
  • De beber uma e falar besteira em um bar no final da tarde/início da noite;
  • De ir ao cinema,
  • De dormir cedo e acordar tarde,
  • De ficar sozinha,
  • De me isolar do mundo ((principalmente quanto estou de TPM)),
  • De ouvir música em volume bem alto,
  • De cantar desafinado lendo a letra de uma música,
  • De sonhar em tocar bateria,
  • De ler,
  • De escrever ((tá certo que agora é mais por obrigação, mas ainda tenho meu blog!)),
  • De falar besteira com meus irmãos,
  • De malhar,
  • De inventar histórias para livros, filmes, séries, novelas, peças, etc.,
  • De criar uma banda imaginária na qual sou vocalista,
  • De fazer a unha,
  • De calça jeans,
  • De ir a um bom show de rock,
  • De ir a BH,
  • De dormir de tarde,
  • De desperdiçar meu tempo na Internet,
  • De fotografar,
  • Do Brendan Fraser,
  • De ler a Bizz,
  • De pesquisar sobre música,
  • De ver Friends,
  • De ler quadrinhos,
  • Das minhas comunidades do orkut,
  • De não fazer nada.
Vai existir um dia em que haja espaço para tudo!!!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Resoluções para 2012


Pela primeira vez na minha vida, acho ((acho!)) que quero fazer resoluções para o ano que nasce no horizonte.

2010 foi muito bom, 2011, foi bom também, mas eu não acho que tenha sido uma boa pessoa... Se eu fosse Papai Noel, não me colocaria na lista de bons meninos.

Então, o que quero para 2012 é ser uma pessoa melhor. Melhor como?, você me pergunta. Melhor: Mais paciente, muito mais paciente ((menos ogra!)), mais dedicada ao trabalho, ou seja, ao meu futuro. Melhor! Só isso! Espero não me perder diante de minhas convicções, mas acho que ser convicta não tem ajudado muito...

Tenho certeza de que, se conseguir alcançar tais metas, meu 2012 será mais feliz que 2010 e 2011.

Pode vir, 2012! Tô te esperando!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011


O blog tá semi-morto, mas a retrospectiva não pode faltar!

O ano de 2011 deu segmento a linha trabalho/estágio/estudos, ou seja, tempo escasso. E também foi um ano de tentativa de defenestrar tudo aquilo que te torra o saco! Tentativa! Não quer dizer que deu certo...

Comecei o ano namorando. U-hu!!!! No estágio, uma baguncinha só para variar, sem saber o que fazer, sendo acusada de falta de interesse, levando sermão por usar redes sociais... coisas básicas do tipo. Na faculdade, mobilizações sociais bombando... Carnaval de chuva, níver do Puff com piscina. Meu níver com calor dos horrores. Finalmente me encontrei na Oficina de Jornalismo. Tudo começou a fazer sentido. Jornalismo que conta histórias e contei a história de uma família ferroviária: a minha. Pena que a revista não saiu... Não na hora que devia!

Socorro, tia Jana! Preciso de um estágio novo! O Guh, como sempre, saiu fino e elegante ((salto? cachos?)). Graças aos talentos deste mago da "engenharia social (?)", consegui uma entrevista. Pára de me ligar, Dandan, tô falando com o Evandro Araújo! Dandan? Mas ele nem existe mais!!! Oh-ou, 2 entrevistas no mesmo dia! Ah não, aí já é demais! Jornal impresso, meu sonho. Mas assim??? Ah, não sei não! Me liga Evandro!!!! Ligou! No estágio! Tô indo! Fui! So long, corujas, codornas, sapos e afins. Um bainho cai bem, viu? Quem fica se dá mal. Tadinha da Nina!!!

Férias! Meu Deus! O mundo não pára por minha causa não. Nem sou tão boa assim.
TV não para! Ronda, VT, stand up, 3x4... Muda tudo! Você não vale mais, vem o outro. Vai uma, vem outra, vem outro de longe e mexe e vira! Calma que uma hora a gente acerta. Ah, pera! Te conheço, conheço seu esposo... vixi...

Falando em esposo, Josi finalmente casou!!! Padrinhos chiquérrimos, quase chegam depois da noiva...

Faculdade: já de cara notícia ruim! TCC mode on! Fudeu que agora é sério! Jornalismo investigativo? Jesus! Dô conta disso não! Hackers, Anonymous, Facebook, Site da Prefeitura invadido??? Fiz novos amigos na rede... Será? Nina, socorro! A matéria não tem fim!!!!!

1 ano! O amor é lindo!!! Tivemos turbulências, mas não existe vôo tranquilo, né? Acho que pousamos bem.

Sinto falta de ouvir música, de ir a shows. Cadê o tempo? Cadê a cooperação?? Sem noção, né gente? Todo mundo no mesmo barco, vamos dividir as tarefas.

A TV? Vai bem, obrigada! Divina Folia? Micareta? Nunca fui! Tem uma primeira vez pra tudo, né? Sexta tensa! Acabou? Me dá um whiskey aí, garçom! No, Mo, tô vevaça!!!! Não joga o abadá fora. Amanhã tem mais! ♫ Chicleeeteeeeeeee! Uôba! Uôba!!! ♫ Pulando que nem pipoca! Primeira entrevista ao vivo. "O carnaval é o ano inteiro". Não fala besteira que tamos em "rede nacional", né? Vamos rir, vamos contrabandear picolés e comida japonesa! Esse povo da comunicação é legal, cara!

Primeiro VT! Tinha que chover tanto assim? No Guarani ainda por cima? Saco nada de futebol... Quem é quem? Ah, tah, valeu pela ajuda, gente boa! Sua mãe te educou bem, hein! Engraçadinho... acho que dorme com o Bozo!

Assalto! Bando de noia fdp! Avacalharam com a nossa vida! Cadê o sossego? Não posso nem ser tia em paz!!!!

Acaba ano, acaba ano, acab... Mais trabalho???? Nos 45 do segundo tempo? Ah, me erra! Tô cagando... já dizia a sábia.

Parecer do TCC: tá legal, mas semestre que vem piora! Ah, tah, valeu! Tá dentro, Irmão? Puff tirou 29 em 30! Meu orgulho!

Amigos ocultos - sempre lembro melhor do final do ano, vou começar a partir a retrospec em duas! - na TV, saí com a melhor pessoa que poderia sair: meu melhor amigo, Guh, o grande ator, aquele que fez o Beijo no Asfalto! Talentoso demais. Ah, e ele saiu comigo no paneloculto! Rykkka!!! 3 presentes em 1! Amei!!!!

Sobrevivemos a 2011! Que venha 2012! O derradeiro, isto é, se o mundo for realmente acabar...

BJu! Feliz Natal e um próspero Ano Novo!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Um ano, uma vida.

"Eu sei que lá no fundo
Há tanta beleza no mundo
Eu só queria enxergar
As tardes de domingo
O dia me sorrindo
Eu só queria enxergar
Qualquer coisa pra domar
O peito em fogo
Algo pra justificar
Uma vida morna
O mundo acaba hoje e eu estarei dançando
O mundo acaba hoje e eu estarei dançando com você
Não esqueço aquela esquina
A graça da menina
Eu só queria enxergar
Por isso eu me entrego
À um imediatismo cego
Pronta pro mundo acabar
Você acredita no depois?
Prefiro o agora
Se no fim formos só nós dois
Que seja lá fora
O mundo acaba hoje e eu estarei dançando
O mundo acaba hoje e eu estarei dançando com você"

By Agridoce-Dançando

Me fez chorar, mas por dentro eu explodia de felicidade. Momentos pelos quais nunca ousei imaginar vivenciar, eu vivi. Me faz feliz de uma forma que nem consigo mensurar. Agradeço a Deus a companhia. Te amo! Feliz aniversário!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Conto-parte final


Passaram-se 6 longos anos. A vida aconteceu de lá e de cá. Um belo dia, sentada em um restaurante, sozinha, aguardava a chegada de alguém quando viu uma figura familiar entrar pela porta. Seu coração disparou e ela entendeu: era ele.

Não havia mudado muito desde a última vez em que se viram. Apenas um ar de mais responsável, dono de si. E isso a atraiu. Não sabia o que fazer. Vontade de ir até ele e conversar. Sentiu seu rosto esquentar e ficar vermelho. Respirou fundo.

Foi num susto que atendeu o celular que tocara alto ecoando pelo restaurante. Todos olharam, inclusive ele. Mas ela não viu, pois se preocupou em atender de prontidão ao toque barulhento.

Ele logo a reconheceu. Sentiu o sangue disparar nas veias. Em segundos lembrou de todos os bons momentos juntos. Ouviu a voz fina atender ao telefone e ficar um pouco melancólica com o que ouvia do outro lado da linha. A viu desligar a ligação e colocar o aparelho sobre a mesa e olhá-lo triste.

Sem pensar nem por um segundo, ele se levantou e foi até a mesa onde ela estava. Ela notou a aproximação dele e começou a ficar inquieta. Ele abriu um sorriso, o mais lindo que guardara. Ela retribuiu, tímida.

_Nossa! Quanto tempo, hein?

Ela retribuiu ao sorriso:

_Muito mesmo.- e se levantando para abraçá-lo-Como você está?

_Estou bem. Estou de volta a cidade.

_Sério? Desde quando?

_Já tem uns meses. Estou me readaptando. E você? Casou?

Ela baixou a cabeça, triste.

_Alguém tinha que tocar no assunto. -ele concluiu.

_Segundo bolo esta semana. - e apontou o celular sobre a mesa.

_Quer dizer que está disponível agora?

Ela sorriu tímida, e ele sempre expansivo:

_Ok, vamos almoçar juntos então.

Conversaram durante mais de uma hora, colocando, na medida do possível, a conversa em dia. Trocaram telefone e marcaram de se encontrar no final de semana. Ela com medo e ele mal podendo esperar. No dia e horário combinados, se encontraram. Ele estava bem arrumado e cheiroso, ela, mais feminina do que nunca. A conversa rodeou, rodeou, mas chegou aonde deveria.

_Sinto sua falta demais. -disse ele.

Ela ficou em silêncio, fitando o chão até que ele puxou-a para si e a beijou como a muito tempo tinha vontade de fazer. Ela não resistiu ao beijo. Esperou ele terminar, olhou-o bem nos olhos e disse:

_Você me deixou...

_Para com isso! Eu não deixei você. Não era a intenção. Nunca foi. E agora estou de volta e louco pra ficar com você pelo resto da vida!

Ela não soube o que dizer. Ele continuou.

_E não se esqueça nunca, que de todas as vezes que nos separamos, foi você quem se despediu e partiu primeiro. Sempre. Eu sempre vou amar você! Sempre vou querer você. Não imaginei que te encontraria tão cedo e não tive coragem de te procurar. Mas quando te vi naquele restaurante, sabia que era o destino. Não pude evitar. Prometo de fazer eternamente feliz, se você me permitir.

As lágrimas corriam quentes pelo rosto dela. Ela apertou o corpo dele junto ao dela.

_Você tem que me prometer que nunca mais vai me deixar.

_Eu prometo.

Se beijaram mais uma vez, o amor correndo pelo ar. Sensações maravilhosas fluindo de um ao outro quase como magia.

E assim eles ficaram, juntos. Como deveria ser. E estão felizes para sempre!

Fim ((ou o começo de uma outra histstória))!

Pronto gente, chegou ao final de meu conto. Espero que tenham gostado. Queria escrever mais, fazer a história durar mais, mas tive que acabá-lo de forma repentina com medo de demorar muito e não ter tempo de escrever o final. Mas valeu a experiência. BJu!


terça-feira, 23 de agosto de 2011

O que há de errado comigo?


Sabe aquela música do Garbage? Only Happy when it rains? Pois é, ela fala sobre mim.

"Só fico feliz quando chove, só fico feliz quando é complicado, mesmo que eu não consiga apreciar, só fico feliz quando chove..."

Impressionante. Estou passando por um dos melhores momentos da minha vida: namoro indo muito bem, faculdade a mil a caminho da reta final, estágio numa emissora bacana na minha área, amizades legais, alguma independência. Mas será que nem assim eu consigo ficar feliz? O que acontece?

Não sei dizer o que se passa, só sei que de uns dias pra cá, a vida foi desbotando um pouquinho, eu fui ficando tristinha. Mas me sinto o mais idiota possível, sabe? Fico parecendo aquelas crianças birrentas ou adolescente chatinha que nunca fica satisfeito com o que tem. Que nunca pára para agradecer o que acontece de bom.

Não quero ser assim. Quero ser feliz e ficar feliz por ser feliz. Será que isso é tão difícil pra mim? O que há de errado comigo???

"O que há de errado comigo? Não consigo encontrar abrigo. Meu país é campo inimigo. Você finge que vê, mas não vê." - Renato Russo

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Há 1 ano...


Há exatamente um ano atrás, conheci longe de casa o rapaz mais meigo, mais legal, mais engraçado e mais fofo que já vi. Não foi amor a 1ª vista, foi algo mais, algo maior: Foi cumplicidade a 1ª vista. Pouco a pouco ele foi me cativando e agora o amo a cada dia mais.

Queria agradecer a essa pessoa por ter colorido minha vida, por tê-la enchido de risos e ternura. Hoje estou feliz. Muito feliz! E agradeço a Deus pelo presente.

Amo você!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Breve


vai ser difícil
guerrilha do coração
vai ter comício
contra a contradição
o tempo voa
no jingle da televisão
vai numa boa
eles é que estão na contramão

se for pra sempre seja breve
seja firme seja leve
seja bravo seja breve

cai como luva
difícil dizer que não
sob medida
só se for sob pressão
deixe um recado
na porta da geladeira
com a ponta do dedo
no vapor do espelho do banheiro

se for pra sempre seja breve
seja firme seja leve
seja bravo seja breve

força e delicadeza
sonho e precisão
seja firme seja leve
seja breve

se for pra sempre seja breve
seja firme seja leve
seja bravo seja breve
se for pra sempre

terça-feira, 26 de julho de 2011

Ah, o humor...


Adoro esse tipo de piada! Adoro pessoas bem humoradas! Amo ser zoada. #irônica

Conto - 2ª parte


No princípio eram conversas intermináveis à noite, no telefone. Ou madrugadas varadas por conversas on line.

Foram 3 visitas/encontros no primeiro mês. Mas de comum acordo chegaram a conclusão que deveriam se ver com menos frequência: Para ambos era difícil demais a despedida. Os dias que se seguiam a partida eram infinitamente doídos. A euforia da espera pela chegada desaparecia em um tufão de confusão varrendo a alegria e deixando saudade e depressão.

Para afastar tais sentimentos ruins, decidiram ocupar suas mentes. Ela se dedicou de corpo e alma ao trabalho e estudos. Ele meteu a cara no trabalho, horas e mais horas extras. Dessa forma o tempo ocioso para pensar um no outro ficou escasso, em contra-partida, o tempo para se ver e se falar também.

Foi gradativo e de certa forma natural: as conversas entre ligações e bate-papos via Net já não eram constantes. Se viam cada vez menos até que simplesmente deixaram de se ver.

E foi também de comum acordo que decidiram oficializar o fim de tudo. Nada verbalizado. Eram tão conectados que pressentiam o que havia no coração um do outro.

Marcaram o local, uma pizzaria no Centro da cidade, antes muito frequentada pelo casal. Sentaram-se a mesa, não mais lado a lado, mas sim um de frente ao outro. Falaram por horas de amenidades, mas o assunto sério foi ela quem começou.

_Você sabe por que estamos aqui, né?

A frase deixou-o desconfortável, quase irritado.

_Sei sim. É pra terminar algo que não teve meio.

_Você partiu, me deixou aqui e foi embora. Foi embora sem pensar...

O sangue dele ferveu. Repuxou a boca para a esquerda como sinal de reprovação como sempre fizera-ela bem conhecia aquele sinal. Mexeu-se na cadeira e passou a mão pelos cabelos cacheados.

_Não diz isso-a interrompeu-você sabe que tive que me mudar por minha profissão. É o meu trabalho! Você não quer me ver feliz e realizado na vida?

_A diferença é que se fosse comigo, eu não teria tomado essa decisão sem incluir você, sem ao menos consultar você, porque você me faria feliz e realizada na vida.

Ele nada disse, apenas baixou a cabeça e fixou o olhar em seu celular sobre a mesa. E depois de um tempo:

_Você não entende!

_Eu entendo, mas não aceito. Só isso!

_Não queria que terminasse assim. Não queria que tivesse que terminar.

_Nem eu.

Ficaram em silêncio mais alguns segundos até que ele o quebrou:

_Você pode não acreditar, mas eu vou continuar amando você.

Ela se levantou, postou-se serena de pé ao lado dele na cadeira e abriu os braços.

Ele também se levantou e completou o abraço. Ah, aquele abraço que ele bem conhecia, quente, acolhedor, amoroso e ao mesmo tempo sensual. Ela sentiu o cheiro do perfume dele inebriante, mexendo com sua cabeça, seus pensamentos, então disse ao seu ouvido:

_E você pode não acreditar, mas vou continuar te esperando.

Foi num relance que ele viu as lágrimas correndo por seu rosto claro, pois ela se afastou rapidamente. E como aquele dia na rodoviária, foi-se embora sem olhar para trás.

Ele permaneceu ali, sentado, vendo-a se afastar, saindo pela porta e não mais ouviu falar dela.

Continua...

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Conto


Eles chegaram ao portal de embarque da rodoviária. Ambos em silêncio. Ela, cabisbaixa, não permitia que ele visse seu rosto triste e seus olhos úmidos. Ele, com aquela feição séria, a boca meio repuxada de lado, chateado, pois sabia que ela estava prestes a chorar.

Em seguida foi o ônibus que chegou. O assistente desceu e começou a pegar as malas dos viajantes para colocar no bagageiro. Ele abaixou-se para pegar a mala no chão, ela apertou sua mão o máximo que conseguiu. Ele deixou a mala no chão novamente e a abraçou. As lágrimas desceram quentes e ágeis pelo rosto dela, que deu um suspiro doído. Ele a apertou mais forte contra o peito, cheirou seus cabelos e os beijou.

Ficaram assim por alguns segundos. Mas voltaram a realidade. Ele vagarosamente a soltou, tornou a apanhar a mala e, ainda segurando sua mão, caminhou até o bagageiro do ônibus. Só faltava sua mala que foi prontamente entregue ao assistente. Enquanto a mala era guardada, ele olhou no rosto dela, molhado de lágrimas, nariz e olhos vermelhos. Segurando seus ombros:

_Eu te amo!

_Eu também. - disse engasgada.

_Então pare de chorar.

Ela simplesmente acenou que não com a cabeça. Ele a segurou forte mais uma vez ((a última vez?)) entre seus braços:

_Não vou deixar de te amar.

Ela o encarou, tentou sorrir, mas só saiu mais choro. O beijou mais uma vez ((a última vez?)), se afastou e não olhou para trás.

Ele entrou no ônibus, sentou-se em sua cadeira e pela janela a viu indo embora. Baixou o rosto sobre as palmas das mãos e chorou.

Continua...

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Wondering


Tô tentando entender o que tá acontecendo na minha vida já tem um tempo.

As coisas mudam de uma hora para outra. Os rumos, os caminhos, os gostos, os sentidos. E eu mudo junto.

Inconstância? "Síndrome do camaleão"? Não sei. Fico imaginando.

Ao mesmo tempo que parece que foi de repente, eu sei que não foi repentino, que tudo caminhou para aquilo.

Às vezes me pego sendo adulta demais, fazendo coisas adultas, de uma hora para outra me pego na maior das infantilidades, chego até a querer colo!

Tô me perguntando o quanto tais mudanças são boas. Se está tudo dentro das minhas expectativas, etc e tal.

Não acho resposta. Só noto uma coisa: não sou como era há um minuto atrás e não faço ideia como serei no próximo...

P.S.: Povo! É férias! Vamos ressuscitar os blogs! Please!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A Montanha


Nem tão longe que eu não possa ver
Nem tão perto que eu possa tocar
Nem tão longe que eu não possa crer que um dia chego lá
Nem tão perto que eu possa acreditar que o dia já chegou

No alto da montanha, num arranha-céu
No alto da montanha, num arranha-céu

Se eu pudesse, ao menos te contar
o que se enxerga lá do alto
Com céu aberto, limpo e claro ou com os olhos fechados
Se eu pudesse, ao menos, te levar comigo lá

Pro alto da montanha, num arranha-céu
Pro alto da montanha, num arranha-céu
Sem final feliz ou infeliz...atores sem papel
No alto da montanha, à toa, ao léu

Nem tão longe, impossível
Nem tampouco lá... já, já

No alto da montanha, num arranha-céu
No alto da montanha, num arranha-céu
Sem final feliz ou infeliz...atores sem papel
No alto da montanha, num arranha-céu

Engenheiros do Hawaii

sábado, 4 de junho de 2011

De repente...


Tava tudo bem... de repente ferrou.

Tava ruim... de repente piorou... daí ficou tosco... de repente surgiu duas luzes ao fim do túnel.

A vida se resume a isso, a final: provar seu valor o tempo todo. Ser mais do que você é. Se esforçar para que as pessoas te aceitem ((e isso não tem nada a ver com quem você realmente é)).

Nada como o interesse em você. Sou modesta, não vou contar vantagens minhas. Quer me conhecer? Pergunte. Procure saber. Sempre condenei os auto-elogios e auto-descrições. Eu sou o que você está vendo. Mais além, vai ter que pesquisar.

Uma coisa é certa, você não pode avaliar algo que você não conhece. Sou na minha, não sou atrevida. Não vou passar o carro na frente dos bois ((sei meu lugar)) e fazer o que não sei só pra mostrar iniciativa. Não vou expansiva, sou tímida. Muito tímida. Então não vou dizer tudo o que você quer saber sem que seja perguntado.

O que mais me afeta são as comparações. Não, eu não sou e nunca vou ser igual aos escolhidos por vocês. Eu sou eu. Eu sou do meu jeito. Eu sou a Ju. Nenhum outro nome mais. Eu aceito vocês, sei a diferença entre meus amigos, meus patrões, pais, irmãos, conhecidos e desconhecidos. Não vou jogar tudo num pacote só. Muito menos tentar fazer com que todos eles ajam iguais só para poder catalogar economizando no uso da mesma etiqueta.

Não! Chega disso!

Meu mundo ideal seria aquele em que as pessoas te aceitassem do jeito que você é. E você só seria avaliado quanto a ser você mesmo.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Insatisfação???

Promessas foram feitas. E todas elas quebradas.
A expectativa não correspondida me fez perder a fé e a paciência.
O tempo foi passando, nada resolvido.
Um belo dia: Você não serve mais. Você não fez o que eu pedi.

_O que você pediu?

...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Fim de uma Era


Enquanto aguardava o Bus ((Lightyear)) como diria o Guh, fiquei pensando justamente nele. Mais precisamente em nós dois. Nós juntos. Guh e Ju. Hoje, depois de 1 ano 2 meses, foi a primeira vez que fui ao estágio sem ele. Quer dizer, não que isso nunca tenha acontecido, mas hoje representou o final de uma Era.

Acabou! Não tem mais Guh e Ju tomando café juntos, não tem mais papo na sala pros outros ouvirem, não tem mais MSN, não tem pipoca ou pão torrado. Acabou! Acabou o riso, a alegria, o apoio. Findou.


Triste, mas agora cada um segue seu rumo. Óbvio que a amizade continua, quiçá mais forte do que nunca. Não adianta torcer contra, não adianta tentar desunir.

Dedico este post a você, Guh, meu melhor amigo, companheiro, meu orGUHlho!
Seja feliz e você sabe que você será! Sempre, iluminado como é.
A Ju ama o Guh!


BJu!

Baby, you gave up, you gave up!

"Não sei se quero descansar por estar realmente cansada ou se quero descansar para desistir." C. Lispector

terça-feira, 24 de maio de 2011

Futuro


Você pensa no futuro? Às vezes. E ainda bem, porque só me pego pensando
nele quando noto que ele pode estar ameaçado ou pode não existir.

É difícil fazer planos... Sonhos? Tenho muitos.
Mas me contento só em sonhar. É errado? Talvez. Por que? Não sei, mas penso que se não planejar muito, não me decepciono. Bobagem, né? Decepção faz parte da vida. Já deveria ter me acostumado...

O que acontece é que vejo as pessoas pensando no futuro, em suas carreiras, em sua vida, construindo famílias... e fico por entender por que isso me é tão estranho. Seria medo?

Medo. Esse eu sinto quase constantemente, mas não diria que sou covarde ((tá bom, um pouquinho)). Sinto medo e é só. Não acho que deixe de viver por medo ((não mais)). Mas que o futuro dá medo, ah, isso dá!

O que vou estar fazendo daqui a 5 anos? Que medo! Com certeza, há 5 anos atrás eu não me imaginaria na faculdade, entupida de trabalhos, trabalhando o dia todo e na peleja pra conseguir um fim de semana com o namorado... E se tivesse imaginado isso, com certeza teria sentido muito, mas muito medo mesmo.

Melhor não pensar. Melhor viver.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

No Meio de Tudo, Você

Selva
A gente se acostuma a muito pouco
A gente fica achando que é demais
Quando chega em casa do trabalho quase vivo

Selva
A gente se acostuma a muito pouco
A gente fica achando que é o máximo
Liberdade pra escolher a cor da embalagem

Nessa selva
A gente se acostuma a muito pouco
A gente fica achando que é normal
Entrar na fila comprar ingresso pra levar porrada

No meio de tudo, você!
Me salva da selva me salva da selva!

Selva a gente se acostuma a muito pouco

A gente fica achando que é demais
Um pouco de silêncio e um copo de água pura

Nessa Selva
A gente se acostuma a muito pouco
A gente fica achando que é o máximo
Se o cara mente mas tem cara de honesto

Nessa selva
A gente se acostuma a muito pouco
A gente fica achando que é o normal
Finge que não vê,diz que não foi nada e leva mais porrada

No meio de tudo, você!
Me salva da selva me salva da selva!

No meio de tudo, você!

Acima de tudo, no meio de tudo .. você!

Engenheiros do Hawaii

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Defeitos


Eu sou chata, reclamona, mal-humorada, invejosa, cabeça-dura, teimosa, fresca.
Tenho muitíssimos defeitos e admiro a todos aqueles que ainda assim gostam/toleram conviver comigo.

Às vezes penso que gostaria de mudar, voltar a ser mais tranquila, mas não sei se isso ajudaria, ou pior, acho que nem consigo mais.

E acreditem, eu percebo quando estou no meu grau supremo de "insuportabilidade". É nestes dias que eu vou sumir, que vocês pouco ouvirão minha voz, que dormirei mais cedo.

Tenho certeza de que ninguém é perfeito, mas eu, obviamente supero todos os limites...

Ao menos reconheço isso. Seria isso então uma virtude? #devaneios

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Não é sempre


Às vezes parece que eu não tenho medo
Às vezes parece que eu não tenho dúvidas
Às vezes parece que eu não tenho...
.. Nenhuma razão pra chorar

Você esquece que eu não sou de ferro
(Até o ferro pode enferrujar)
Você esquece que eu não sou de aço
E faço questão de provar:
"Olhe pra mim.... enquanto eu me quebro"

Às vezes parece que eu tenho muito medo
Às vezes parece que eu só tenho dúvidas
Às vezes parece que eu não tenho...
.. Nenhuma chance de escapar

Acontece que eu não nasci ontem
(Até hoje sempre escapei com vida)
Pra quem duvida de tudo que eu faço
Eu faço questão de provar:
"Olhe pra mim.. enquanto... desapareço no ar"

Não queira estar no meu lugar
Não queira estar em lugar nenhum
Às vezes tudo muda
E continua tudo no mesmo lugar

Não queira estar no meu lugar
Não queira estar em lugar nenhum (UM LUGAR COMUM)
Às vezes uma prece ajuda
Às vezes nem adiante rezar

Já desisti de ser uma pessoa só
Já desisti de ser uma multidão
Já não ponho todas as fichas na mesa
Agora ... jogo algumas no chão
Jogo algumas no chão

Às vezes tudo, às vezes nada
Às vezes tudo ou nada, às vezes 50%
Às vezes a todo momento, às vezes nunca
Como tudo na vida, não é sempre

Às vezes de bem com a vida, às vezes de mau humor
Às vezes sem saída, às vezes seja onde for
Não é sempre, não é sempre
Como tudo na vida... nunca é sempre

Humberto Gessinger - Engenheiros do Hawaii

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Firework

Do you ever feelLike a plastic bag
Drifting through the wind
Wanting to star
t againDo you ever feel
Feel so paper-thin
Like a house of cards
One blow from caving in
Do you ever feelAlready buried deep
Six feet underScreams but no one seems to hear a thing

Do you know that there's
Still a chance for you‘Cause there's a spark in youYou just gotta
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the Fourth of July
‘Cause baby, you're a fireworkCome on show 'em what you're worth
Make ‘em go, "Aah, aah, aah"
As you shoot across the sky
Baby, you're a firework
Come on let your colors burstMake ‘em go, "Aah, aah, aah"
You're gonna leave them all in awe, awe, awe

You don't have to feelLike a wasted space
You're originalCannot be replaced

If you only knew
What the future holds
After a hurricane
Comes a rainbow

Maybe a reason why
All the doors were closed
So you could open one
That leads you to the perfect road

Like a lightning bolt
Your heart will glow
And when it's time you'll know
You just gotta

Ignite the light
And let it shine
Just own the nightLike the Fourth of July
‘Cause baby, you're a firework
Come on show 'em what you're worth
Make ‘em go, "Aah, aah, aah"
As you shoot across the sky
Baby, you're a firework
Come on let your colors burst
Make ‘em go, "Aah, aah, aah"
You're gonna leave them all in awe, awe, awe

Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
It's always been inside of you, you, you
And now it's time to let it through
‘Cause baby, you're a firework
Come on show 'em what you're worthMake ‘em go, "Aah, aah, aah"
As you shoot across the sky
Baby, you're a firework
Come on let your colors burst
Make ‘em go, "Aah, aah, aah"
You're gonna leave them all in awe, awe, awe

Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon

Katy Perry

Memórias de belas manhãs.
Nothing compares to wake up next to you!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Mistério insolúvel..


"Escrevi procurando com muita atenção o que se estava organizando em mim e que só depois da quinta paciente cópia é que passei a perceber." C. Lispector

Bela frase de Clarice Lispector. E resume muito do "porque eu escrevo". Por que escrevo? Para que escrevo? Para quem escrevo? São mistérios quase insolúveis, mas que, diante dessa frase, começo a entender. Escrevo para mim. Escrevo por mim. Para tentar entender o que se passa dentro de mim. Na maioria das vezes, quando leio o que está escrito, percebo que externei que se passa dentro de mim.

Aconteceu mesmo agora, quando comecei a redigir este post e só entendi o que queria dizer quando pensei em escrevê-lo e neste momento sinto as ideias se organizando e tomando forma através destes caracteres aqui digitados.

Escrevo para me libertar, para tirar o que me pesa a alma, para desobistruir a entrada e saída dos pensamentos, para me livrar dos desesperos. Mas escrevo também porque amo. Porque acho que não sei fazer outra coisa.

Em suma, escrevo para me encontrar. E eis-me aqui.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Músicas na memória


Desde que me entendo por gente, sei reconhecer aquelas músicas que quando se ouve dá um apertozinho no coração, te fazem lembrar um monte de coisas ((pessoas, lugares, situações, etc.)). Ao mesmo tempo que é uma sensação boa, às vezes ela é ruim, sabe?

Não sei se consigo explicar. Meu coração chega a doer mesmo. Logo sinto os olhos querendo marejar, a respiração fica difícil, eu quero ouvir a música e ao mesmo tempo não quero, ela é linda, mas é doída de ouvir. É meio inexplicável mesmo...

Geralmente, quanto mais antiga a música, maior é esse poder. No caso, as dos anos 80, aquelas que ouvia saindo das caixas de som do quarto do meu tio são as que mais me causam essa doce agonia. Porém, de uns tempos pra cá, tenho notado que músicas mais recentes, de menos de um ano de existência e execução, tem causado isso em mim e com mesmo impacto.

Então acho que descobri uma coisa: Pelo visto, não é a distância temporal que destaca essas músicas, e sim o momento marcante em que elas foram ouvidas. Minha vida tem sido, de uns tempos pra cá, repleta de momentos marcantes, e em sua maioria, bons. Como sempre ouço música, a matemática é simples: música + momento=memória musicoemocional.

Mesmo que sofra um pouquinho com essas músicas tocantes, acho que gosto da sensação. Não me queixo de poder guardar minhas memórias em notas musicais.

quinta-feira, 31 de março de 2011

All Star


Representa tudo: Juventude, rebeldia, rock' n' roll, conforto, fashionismo.
Um passo, dois passos e aquele "pisant
e" surrado deixa a marca no chão.
Pegada leve, sem ruído, mas com músic
a!
Colorido, tradicional, cano curto, cano longo, cadarços, uma estrela.
Carrega a caminhada de algumas gerações já. Permanece imponente, um clássico jovem ou um jovem clássico?
Poderoso, elegante. Diz muito de uma personalidade que na realidade nem quer ser dita.
Bonito, mas quanto mais sujo e surrado melhor.

_Você gosta de All Star?
_Eu só tenho um problema com All Star.
_Qual?
_Quando coloco no pé, não tiro mais...

Para todas as estrelas!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Estado perfeito de felicidade


Não sabe como aconteceu, foi aos poucos, disso tem certeza. Só sabe que em um belo dia ela acordou e estava apaixonada. Já nem se lembrava mais porque ou por quem chorara. A partir daquele dia, percebera que o sol era mais quente, que a lua e as estrelas brilhavam mais, que sorrir era bom.

De uma hora para outra, todos começaram a dizer-lhe que ela havia mudado, que estava bem, que estava mais bonita, que estava feliz. E tudo isso conspirava para deixá-la mais satisfeita ainda com sua nova realidade.

Ao dormir, ela sabia que no outro dia ele estaria por perto, que podia contar com ele e que ele podia contar com ela. Ela sabia que em algum momento do dia ele iria ligar e ela ouviria aquela doce voz do outro lado da linha dizendo “oi, minha linda”. E ela se sentia linda! Ela sabia em seus sentimentos que quando chegasse em casa tarde da noite, cansada e ligasse para ele, teria alguém para ouvi-la contar seu dia. Sabia que agora tinha alguém com quem conversar, alguém que a ouvia, que queria seu bem.

E tudo isso, mas uma vez, a guiava para o centro de gravidade daquele imã chamado “estado perfeito de felicidade”: O mundo pela primeira vez era grandioso, era um belo lugar para se viver. O caos ficara para trás. Agora, além de seus grandes amigos e família, ela tinha um amor.

A vida era pura esperança e riso.

Chegara seu momento! Estava viva. A menina do “Era um vez” recomeçava a sua história!

Princess Party Weekend




Josi disse no Orkut que fico melhor a cada ano como vinho ((Brigada!!!)), mas acho que na verdade, meus aniversários é que estão melhorando a cada ano.
Eu, uma quase balzaquiana, acredito que a vida nunca esteve melhor. Então, a comemoração tinha que ser a altura.
Depois de idas e vindas, descobri o óbvio: Você tem que comemorar seu aniversário com quem você realmente gosta. Ponto! Não importa onde ou fazendo o que. Importante mesmo são as companhias, e eu, modéstia a parte, tenho as melhores.
Um sábado totalmente menininha, fazendo pesquisa para compras ((Rycaaaa!!!)), seguido de um almoço chiquérrimo. Um salve pra Josi! o/
Depois sorvete na praça e falar besteira. Nossa, há quanto tempo a gente não fazia isso!
Em casa, preparativos para a balada, unhas, escolha de roupas e mais tarde... o cúmulo da "Patycidade", momento make up com Guh e Nina. Ficamos lindas! Olhos marcantes, um salve pra Liz Taylor! o/
Depois, a balada propriamente dita. Calorão no DivinaPizza? Neinnnnnnn!
Cervejaria, repleta de "Devassas" e um salve pra alegria do álcool!
Sérgio de Castro cantando parabéns pra mim 2 vezes!!! Chiquérrima!
Ri muito, conversei muito e apesar de não ser fã de fazer aniversário, de festas de aniversário, de cantar parabéns e etc, etc, não vejo a hora do ano que vem chegar para outro fim de semana de pura diversão ao lado daqueles que gosto muito e que gostam de mim.
BJu a Nina, Tiago, Guh, Nick, Alê, Leandro, Jordânia, e meu Mô!
Salve pra Josi e Palmitão!!!

Até o ano que vem!

terça-feira, 22 de março de 2011

Fazendo merd@


A revolta e a insatisfação te leva a atos impensados e falhos?
Você quase que diariamente mete os pés pelas mãos achando que assim vai resolver alguma coisa?
Seu gênio anda impossível de domar?
Será que você já atingiu o nível máximo da falta de noção e juízo das coisas?

Se tudo isso já aconteceu com você, sinto dizer, mas você já está doido, pirado, lelé da cuca, já apelou legal. Se não, bom... então devo ser só eu mesma...


sexta-feira, 11 de março de 2011

Futuro incerto


Fazia tempo que não tinha essa sensação, esse desespero latente.
Às vezes sinto o chão faltando, mas nada que a esperança não prevaleça.
Na verdade, senti isso há alguns anos atrás, uma falta de expectativa tremenda, um nada, um vazio me esperando. E agora, isso torna a acontecer. O chão tá fugindo, a esperança fez as malas.
Tô com medo, meu futuro é incerto. Chega a dar uma vontade de desistir, porque sei que mais cedo ou mais tarde meu sonho pode ser tomado de mim.
Não sei mais o que fazer, tenho receio de abusar da fé nesse momento.
Não quero ficar triste como já fiquei um dia. Não quero passar por isso de novo. Só quero seguir.
Será que posso/consigo?

quinta-feira, 3 de março de 2011

Vontade de postar


Hoje estou a fim de postar no meu blog. Tô empolgada, tô por conta, no entanto... não sei ((não tenho?)) o que dizer. Sério! Não ri, não tô brincando.

Em parte, porque o que gostaria de falar é reclamação e isso é chato ((sim, eu tenho noção da minha chatice))! Pra completar, tem umas coisas que a censura blogueira ((sim, ela existe)), sempre vigilante, iria "entortar o nariz".

Poderia falar de amor ((sim, me rendi)), mas isso é piegas, e nunca revela na verdade o que eu sinto ou se aproxima do que realmente gostaria de expressar. Poderia falar de insatisfação, mas até eu tô cansada das minhas lamúrias ((preguiça de mim)). Poderia falar de música, mas... sim, eu poderia falar de música! Mas o que? Das que estou ouvindo agora? Ou que tal dos remixes metal que tava ouvindo de Lady Gaga? ((vale a pena conferir)) Poderia falar das músicas que invadem nosso espaço musical no dia-a-dia.

Poderia falar de mobilização para trazer o Vivendo do Ócio a Divinópolis, poderia falar do Pequeno Príncipe ((posso não ter comentado, mas eu li)) ou de casamento ((salve pra Josi)), mas não tenho propriedade ((know how, conhecimento de causa)) sobre esses assuntos ((ok, até parece que tenho propriedade sobre qualquer coisa que falo aqui)) e tem gente que faz isso muito melhor.

Poderia falar da chuva que cai lá fora, do friozinho que tá querendo fazer. Poderia até falar sobre a Sandy Devassa, mas EU NÃO QUERO.

Mas veja só! Olhem vocês! Eis que surge um post! Falando do que eu não vou falar...

BJu!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Faroeste Moderno


Ok, decidi me plagiar a mim mesma também:

Faroeste Moderno

Acerto de contas se dá em forma de duelo de faroeste

Brasília, 19/02/2011, sábado, 18h e 21 min.

Nesta tarde de sábado, dia 19, Brasília se tornou palco de um espetáculo sombrio: um acerto de contas ao estilo duelo de “western movies” em frente ao bloco 14, na Ceilândia.

João de Santo Cristo, 24 anos e Jeremias da Silva, 32 anos, se enfrentaram diante de câmeras de TV e vendedores de sorvete. O duelo foi anunciado pelo próprio Jeremias que entrou em contato com uma emissora local. O motivo do crime foi um acerto de contas entre os traficantes, além de certo grau de passionalidade, já que a atual esposa de Jeremias, Maria Lúcia Pereira da Silva, 23, havia se envolvido com Santo Cristo há alguns anos antes de se casar com Jeremias e ter com ele um filho de 2 anos.

Maria Lúcia também esteve presente na cena do duelo. Segundo testemunhas, foi ela quem levou a arma Winchester de calibre 22, utilizada pelo ex-amante, João de Santo Cristo para matar seu atual marido.

Duelo

Jeremias não esperou a contagem do duelo e atirou em João, acertando-lhe um disparo nas costas. João revidou com cinco tiros, matando o maior traficante da Planaltina.. João que já teve passagens pela polícia por furtos e além de traficante, também contrabandeava mercadorias bolivianas na mesma região, veio a falecer a caminho do hospital. Horas mais tarde, Maria Lúcia cometeu suicídio com um tiro na cabeça em sua casa.

De acordo com Pablo Gúzman, primo em segundo grau de João de Santo Cristo, o motivo pelo qual seu primo deixou sua terra natal, no interior da Bahia, foi uma tentativa de melhora de vida: “Ele dizia que queria era falar pro presidente pra ajudar toda essa gente que só faz sofrer”, contou Pablo.

Juliana de Fátima Faria.

5º período Comunicação Social – Jornalismo

Oficina de Jornalismo II – Prof. Gilson Raslan


Se ligaram nos fatos ((hechos)) da notícia? Legal, né?

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Pesos e Medidas ((a serem tomadas))



Peguei tudo e botei na balança.
O que realmente pesa, o que realmente compensa?
O que valeu a pena?
Momento felizes foram muitos, disse não tenho dúvida, porém, por quantas vezes eu passei raiva ((raiva desnecessária, por capricho))? Inúmeras vezes, quase incontáveis. Por quantas vezes me senti menor, infeliz, "a estranha", a errada.
Já disse por aqui mesmo o quanto odeio duvidar de mim mesma, perder a confiança em mim, que sempre é tão pouca...
Sempre dizem para fazermos isso, pesarmos o que é bom e o que é ruim nessa vida. Começa a ficar muito triste quando os momentos ruins começam a superar os bons. E aí vem mais alto-questionamento... Será que sou eu a errada? Será que sou tão ruim assim? Será que a teimosia é minha?
Como era minha vida antes? Será que mudou tanto assim? E de agora em diante? Por que me preocupo? Será que sou tão dependente assim? Fui eu que mudei ou foi minha paciência?
De repente só consigo pensar nas raivas que passei... O que me deixa mais triste ainda.
Haja preparação espiritual.
Será que hora de filtrar o que me faz bem? Ou será que já passou de hora?


Epic