quarta-feira, 29 de junho de 2011

Wondering


Tô tentando entender o que tá acontecendo na minha vida já tem um tempo.

As coisas mudam de uma hora para outra. Os rumos, os caminhos, os gostos, os sentidos. E eu mudo junto.

Inconstância? "Síndrome do camaleão"? Não sei. Fico imaginando.

Ao mesmo tempo que parece que foi de repente, eu sei que não foi repentino, que tudo caminhou para aquilo.

Às vezes me pego sendo adulta demais, fazendo coisas adultas, de uma hora para outra me pego na maior das infantilidades, chego até a querer colo!

Tô me perguntando o quanto tais mudanças são boas. Se está tudo dentro das minhas expectativas, etc e tal.

Não acho resposta. Só noto uma coisa: não sou como era há um minuto atrás e não faço ideia como serei no próximo...

P.S.: Povo! É férias! Vamos ressuscitar os blogs! Please!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A Montanha


Nem tão longe que eu não possa ver
Nem tão perto que eu possa tocar
Nem tão longe que eu não possa crer que um dia chego lá
Nem tão perto que eu possa acreditar que o dia já chegou

No alto da montanha, num arranha-céu
No alto da montanha, num arranha-céu

Se eu pudesse, ao menos te contar
o que se enxerga lá do alto
Com céu aberto, limpo e claro ou com os olhos fechados
Se eu pudesse, ao menos, te levar comigo lá

Pro alto da montanha, num arranha-céu
Pro alto da montanha, num arranha-céu
Sem final feliz ou infeliz...atores sem papel
No alto da montanha, à toa, ao léu

Nem tão longe, impossível
Nem tampouco lá... já, já

No alto da montanha, num arranha-céu
No alto da montanha, num arranha-céu
Sem final feliz ou infeliz...atores sem papel
No alto da montanha, num arranha-céu

Engenheiros do Hawaii

sábado, 4 de junho de 2011

De repente...


Tava tudo bem... de repente ferrou.

Tava ruim... de repente piorou... daí ficou tosco... de repente surgiu duas luzes ao fim do túnel.

A vida se resume a isso, a final: provar seu valor o tempo todo. Ser mais do que você é. Se esforçar para que as pessoas te aceitem ((e isso não tem nada a ver com quem você realmente é)).

Nada como o interesse em você. Sou modesta, não vou contar vantagens minhas. Quer me conhecer? Pergunte. Procure saber. Sempre condenei os auto-elogios e auto-descrições. Eu sou o que você está vendo. Mais além, vai ter que pesquisar.

Uma coisa é certa, você não pode avaliar algo que você não conhece. Sou na minha, não sou atrevida. Não vou passar o carro na frente dos bois ((sei meu lugar)) e fazer o que não sei só pra mostrar iniciativa. Não vou expansiva, sou tímida. Muito tímida. Então não vou dizer tudo o que você quer saber sem que seja perguntado.

O que mais me afeta são as comparações. Não, eu não sou e nunca vou ser igual aos escolhidos por vocês. Eu sou eu. Eu sou do meu jeito. Eu sou a Ju. Nenhum outro nome mais. Eu aceito vocês, sei a diferença entre meus amigos, meus patrões, pais, irmãos, conhecidos e desconhecidos. Não vou jogar tudo num pacote só. Muito menos tentar fazer com que todos eles ajam iguais só para poder catalogar economizando no uso da mesma etiqueta.

Não! Chega disso!

Meu mundo ideal seria aquele em que as pessoas te aceitassem do jeito que você é. E você só seria avaliado quanto a ser você mesmo.

Epic